CURSO DE BÍBLIA I - Instituto de Teologia São João XXIII
INSTITUTO DE
TEOLOGIA SÃO JOÃO XXIII
DIOCESE DE
ESTÂNCIA – SE – FORANIA DE ESTÂNCIA
Bíblia I –
Introdução à Bíblia e História de Israel
Prof. Paulo
César dos Santos
2017.1
BÍBLIA I
(Introdução e História de Israel)
Professor
Paulo César dos Santos
Introdução à Bíblia e História de Israel
Prof. Paulo César dos Santos
Ementa
A disciplina se divide em três blocos, a ser estudo em
quatro encontros de quatro horas e meia, cada. O primeiro aborda temas de
introdução geral à Bíblia: visão panorâmica dos dois Testamentos; inspiração e
revelação, cânon; leitura fundamentalista da Bíblia. O segundo estuda as
diferentes etapas da história do povo de Israel, desde a sua formação até o
século I de nossa era. O terceiro bloco trata dos vários tipos de leitura e
métodos de interpretação.
Bibliografia básica.
BRIGHT, John.
História de Israel (tradução: Luiz Alexandre Solano Rossi e Eliane Cavalhere
Solano Rossi. – São Paulo: Paulus, 2003 (Nova Coleção Bíblica). 7ª. edição,
revista e ampliada.
MILANI, André
Luiz. Introdução ao Segundo Testamento: Eu Vim para Que Todos Tenham Vida em
Abundância – São Paulo: Paulus, 2007
ROSA, Dirlei
Abercio da. Projeto do Pai: Roteiro de Estudo do Antigo Testamento. – São
Paulo: Paulinas, 2010. – (Coleção Jesus Mestre).
SCARDELAI,
Donizete. Introdução ao Primeiro Testamento: Deus e Israel Construindo a
História / Donizete Scardelai, Sylvia Villac. – São Paulo: Paulus, 2007.
Bibliografia
complementar
BRIEND, J. Uma Leitura do Pentateuco. – 3. ed. – São Paulo:
Paulus, 1985.
SKA, Jean
Louis. Introdução à Leitura do Pentateuco: Chaves para a Interpretação dos
Cinco Primeiros Livros da Bíblia. – São Paulo: Loyola, 2003.
SKA, Jean
Louis. O Antigo Testamento Explicado aos Que Conhecem Pouco ou Nada a Respeito
Dele. – São Paulo: Paulus, 2015. (Coleção Academia Bíblica).
CRONOGRAMA E TEMAS
Curso: Bacharelado em Teologia
Disciplina: Bíblia I (Introdução à Bíblia e História de Israel)
Docente: Prof. Paulo César dos Santos
Discente:
Período curricular: 2017/1
PLANO
DE ESTUDO
Aulas de 1 a 5 (29 de abril):
Introdução geral (parte 1)
- Composição bíblica e gêneros literários.
Aulas de 6 a 10 (13 de Maio): Introdução geral (parte 2)
- Abreviaturas bíblicas, termos bíblicos e introdução
geral.
Aulas de 11 a 15 (17 de Junho):
História do povo de Deus
- Cenário internacional e História do povo de Israel.
Aulas de 16 a 20 (15 de Julho):
História da escrita do Antigo Testamento
- Fase das tradições quase só orais; As Tribos; Reino
Unido ou Monarquia; Reino de Israel ou do Norte; Reino de Judá ou do Sul;
Exílio na Babilônia; depois do Exílio.
Professor Paulo César dos
Santos, nascido aos 28 de
Abril de 1971, é um professor católico, pai de Paulo Gabriell e Paulo Raphael. Professor
de Introdução à Bíblia e de História de Israel (Período dos Patriarcas ao
Primeiro Século da Era Cristã), no Bacharelado em Teologia do Instituto de Teologia
São João XXIII, da Forania de Estância, Diocese de Estância - Sergipe. Apaixonado
por livros, sobretudo sobre Teologia, Filosofia, História e Direito, cursou
alguns períodos de Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe (turma
de 1995), cursando posteriormente Direito na Universidade Tiradentes e
Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe - FANESE, ingressando
finalmente na Universidade Estácio de Sá, onde é acadêmico de História. Católico,
separado, pai de dois filhos, Palestrante, jornalista-colaborador filiado a
Associação Sergipana de Imprensa, tendo colaborado com diversos jornais do
interior sergipano. Lecionou Português e História na Rede Pública e Privada de
Ensino. Foi seminarista da Congregação Notre Dame de Sion, no Paraná. Realizou
cursos de extensão universitária em Filosofia (UnB), Metodologia e Didática do
Ensino Superior (FGV), Antigo Testamento (PUC-Rio e Claretianos).
Contato:
– E-mail: doctuspaulus@hotmail.com
– WhatsApp 79 99676.4417)
Introdução
Prezados alunos e prezadas alunas,
Trago a vocês a apostila do nosso curso Bíblia I, do
Bacharelado em Teologia do Instituto de Teologia São João XXIII, que tratará de
uma Introdução à Bíblia – antigo e novo testamento, bem como à História de
Israel.
Trata-se de um curso introdutório, realizado em quatro
encontros de quatro horas cada, onde buscaremos apresentar a chave de leitura
das Sagradas Escrituras à luz do Magistério da Igreja, hoje sob o fecundo
cajado do Papa Francisco e, em nossa Diocese de Estância do nosso amadíssimo
Bispo Dom Giovani Crippa que como pai amoroso nos acolhe a todos com paternal
carinho.
Como todo curso dessa natureza, exigir-se-á do alunato 3D’s:
Dedicação, Determinação e Disciplina.
Sob às luzes do Espírito Santo de Deus, buscaremos fazer
Teologia “de joelhos”, como bem nos aconselha Von Balthazar e nosso Emérito
Papa Bento XVI, isso significa que ao nosso curso antecipar-se-á a Oração.
Esse é o perfil do teólogo que desejamos ser: homens e
mulheres de oração, a serviço da Santa Igreja, sob inspiração do Espírito Santo
de Deus e em fidelidade ao Santo Magistério, posto que “tudo quanto diz
respeito à interpretação da Escritura está sujeito ao juízo último da Igreja,
que tem o divino mandato e ministério de guardar e interpretar a Palavra de
Deus” (Concílio Vaticano I, Constituição Dogmática De Fide Catholica, cap. 2 de
revelatione: Denz. 1788 (3007) apud Dei Verbum, 12, in fine).
Neste curso, rendo minhas homenagens ao Padre Fagner de
Oliveira, meu professor e amigo, que me convidou a assumir essa cátedra de Bíblia,
cujo estudo me dedico desde a minha juventude. Ao nosso Bispo Dom Giovanni
Crippa, nosso
Magnífico Reitor cujo paternal exemplo é um incentivo insofismável à nossa
pesquisa e ensino, ao Padre Geni Santos, atual Diretor Acadêmico do nosso
Instituto e meu amado Professor de Antropologia Teológica a quem presto minhas
homenagens. Aos Padres de Sion, especialmente meu Prior Padre Januário Bel,
incentivador de meus estudos bíblicos, e aos Padres Cavanis, na pessoa de Padre
Paulo Sagrillo, amigo, confessor, e Professor de Sagradas Escrituras no
Seminários Antônio e Marcos Cavanis, no longínquo Paraná onde estudei.
Peço a oração de vocês para que eu me faça digno de servir às
Sagradas Letras posto que Palavra de Deus na linguagem dos homens.
Com Maria, por Jesus.
Professor Paulo César dos Santos.
1º Encontro
Aulas de 1 a 5 (29 de abril):
Introdução Geral – Parte I
- Composição bíblica e Gêneros Literários.
"O meu povo sofre por falta de conhecimento".
(Oséas 4,6)
Os estudos teológicos,
basicamente, se dividem em
1. Teologia
Bíblica (estudo das Sagradas
Escrituras: Antigo e Novo Testamento);
2. Teologia
Sistemática (Antropologia Teológica,
Eclesiologia, Marialogia, Sacramentos, Ética Cristã, Psicologia e Sexualidade
Cristã etc).
Os estudos bíblicos são,
portanto, a base de toda a Teologia cristã. Eis a importância do curso que ora
iniciamos, porém para um melhor aproveitamento, trataremos de expressões
fundamentais para a compreensão do conteúdo.
A Bíblia não é um livro
convencional, mas o registro de Deus na história, falando-nos por meio de
palavras humanas a todos os homens. Primeiramente ao Povo Escolhido – Israel,
depois a todos os povos por intermédio da Igreja.
A palavra Bíblia tem origem na língua grega e
significa “livros”, portanto, a Bíblia que a Igreja Católica lê é um conjunto
de 73 livros inspirados pelo Espírito Santo de Deus, divididos em dois tomos
(partes): Antigo e Novo Testamento.
A Bíblia é uma obra coletiva,
escrita por homens e mulheres que se sentiram inspirados por Deus e registraram
a maneira como Deus tem se Revelado na História.
Acredita-se que os primeiros
livros que hoje compõem a Bíblia foram escritos por volta de 950 a. C., no
Reinado do Rei Salomão, que reuniu escribas (escritores, intelectuais) que
passaram a copilar as histórias que durante quase mil anos se passou de pai
para filhos e que manteve viva a memória do Povo de Deus.
A Bíblia, em sendo uma obra
coletiva, resulta de quatro (04) tradições que se misturaram e, de certa forma,
se complementam. Estas tradições são:
a) Javista
b) Eloista
c) Sacerdotal
d) Deuteronômica.
Cada uma dessas “tradições” refletem
o ambiente social e religioso em que se desenvolveram e podem nos levar a
acreditar que há na Bíblia contradições, o que não é verdade, pois a verdade
bíblica, porque expressão da Palavra de Deus, não admite contradições, mas
revela a pluralidade de fontes que compõe a Santa Bíblia.
Originalmente, a Bíblia foi
escrita em três idiomas (línguas).
1. Hebraico
2. Aramaico
3. Grego
O povo Judeu, a quem coube
primeiramente o acesso à Palavra de Deus reuniram em seu “cânon” apenas os
textos escritos em língua Hebraica e, eventualmente, Aramaico, desprezando
todas as obras e trechos produzidos originalmente em grego.
A Igreja Católica, por sua
vez, aderiu ao texto grego da Bíblia numa versão que entrou para a história
como SEPTUAGINTA ou Tradução dos
Setenta Sábios que posteriormente foi traduzida para o latim numa versão
conhecida como VULGATA.
O “cânon” é a coleção de
livros que recebe chancela de autenticidade. Do grego “Kanon”, que significa régua,
medida, o “Cânon” informa quais os livros que foram adotados por determinada
comunidade de fé.
O cânon judaico, por exemplo
é formado por 24 livros, todos eles aceitos como inspirados também pela Igreja
Católica e pelas igrejas reformadas (luteranos, calvinistas).
O Cânon Judaico é formado
pela Torah ou Livros da Lei de Moisés (Gn, Lv, Nm, Ex e Dt), pelos Escritos (Neviim)
e pelos Profetas (Ketuvim).
O cânon católico, por sua
vez, possui 72 livros, sendo:
·
46 livros do
Antigo Testamento;
·
27 livros do Novo
Testamento.
Lembramos que compreendemos
como Antigo Testamento os livros escritos antes do Nascimento de Nosso Senhor
Jesus Cristo, e Novo Testamento, os posteriores à Encarnação do Verbo de Deus.
Livros do Antigo
Testamento:
1. Pentateuco (cinco rolos ou livros) ou Livros da Lei (Torah):
a) Genesis - Gn
b) Êxodo - Ex
c) Levítico – Lv
d) Número – Nm
e) Deuteronômio – Dt
2. Livros Históricos:
a) Josué – Js
b) Juízes – Jz
c) Rute – Rt
d) Primeiro Samuel – 1 Sm
e) Segundo Samuel – 2 Sm
f) Primeiro Reis – 1 Re
g) Segundo Reis – 2 Re
h) Primeiro Crônica – 1 Cr
i) Segundo Crônica – 2 Cr
j) Esdras – Esd
k) Neemias – Ne
l) Tobias – Tb
m) Judite – Jd
n) Ester – Est
o) Primeiro Macabeus – 1 Mac
p) Segundo Macabeus – 2 Mac
3. 1. Livros Poéticos ou Sapienciais:
Exercício de Fixação
a) Jó – Jó
b) Salmos – Sl
c) Provérbios – Prov
d) Eclesiastes – Ecle
e) Cântico dos Cânticos – Ct
f) Sabedoria – Sb
g) Eclesiástico – Eclo
2. Livros Proféticos:
a) Isaías – Is
b) Jeremias – Jr
c) Lamentações – Lm
d) Baruc – Br
e) Ezequiel – Ez
f) Daniel – Dn
g) Amós – Am
h) Oseias – Os
i) Miqueias – Mq
j) Sofonias – Sf
k) Naum – Na
l) Habacuc – Hab
m) Ageu – Ag
n) Zacarias – Zc
o) Malaquias - Ml
p) Abdias – Ab
q) Joel – Jl
r) Jonas - Jn
Vejamos
que são nomeados 18 Profetas, porém os autores costumam classifica-los em Profetas
Maiores e Profetas Menores. Isso se dá pelo tamanho dos livros. Os seis
primeiros profetas do nosso cânon possuem obras mais robustas (Is, Jr, Lm, Br,
Ez e Dn), os demais (doze profetas) possuem obras curtas.
Na
Bíblia católica há 07 livros do Antigo Testamento que não existem na versão
protestante.
Esses
livros são:
a) Tobias
b) Judite
c) Sabedoria
d) Eclesiástico
e) Baruc
f) 1 Macabeus
g) 2 Macabeus
(Além de trechos de Ester e Daniel - Ester 10,4-16,24; Daniel 3,24-90; 13-14).
a) Tobias
b) Judite
c) Sabedoria
d) Eclesiástico
e) Baruc
f) 1 Macabeus
g) 2 Macabeus
(Além de trechos de Ester e Daniel - Ester 10,4-16,24; Daniel 3,24-90; 13-14).
Esse
fenômeno se dá porque esses sete livros (e os trechos de Ester e Daniel
citados) foram escritos originalmente em língua grega. Portanto, as igrejas
reformadas usam o cânon hebraico.
Livros do Novo Testamento
1. Evangelhos Sinóticos
a) Mateus
b) Marcos
c) Lucas
2. Evangelho de João
3. Atos dos Apóstolos
4. Cartas Paulinas
a) Romanos – Rm
b) Primeira Carta aos
Coríntios – 1 Cor
c) Segunda Carta aos
Coríntios – 2 Cor
d) Gálatas – Gl
e) Efésios – Ef
f) Filipenses – Fl
g) Colossenses – Cl
h) Primeira Carta aos
Tessalonicenses – 1 Ts
i) Segunda Carta aos
Tessalonicenses – 2 Ts
j) Primeira Carta a Timóteo –
1 Tm
k) Segunda Carta a Timóteo –
2 Tm
l) Tito – Tt
m) Filêmon – Fm
5. Carta aos Hebreus – Hb.
Observação:
atribuía-se a São Paulo a autoria dessa Carta, no entanto a exegese
contemporânea acredita que se trata de um autor anônimo e que seu conteúdo é
muito singular, merecendo um estudo à parte. Inclusive há autores que não a
classificam como uma carta (epístola), mas como uma composição de grande teor
teológico-doutrinário ou um pequeno compêndio da teologia dos primeiros
cristãos.
6. Epístolas (Cartas)
Católicas (universais, porque não dirigidas a qualquer comunidade do nascente
cristianismo, mas a toda a universalidade de cristãos).
a) Epístola de Thiago – Tg
b) Primeira Epístola de
Pedro – 1 Pd
c) Segunda Epístola de Pedro
– 2 Pd
d) Epístola de Judas – Jd
e) Primeira Epístola de João
– 1 Jo
f) Segunda Epístola de João –
2 Jo
g) Terceira Epístola de João
– 3 Jo
7. Apocalipse de São João –
Ap.
Opõem-se
aos chamados Livros Canônicos os Livros
Apócrifos, que são textos de natureza religiosa, mas que não eram lidos nas
cerimônias públicas (liturgia, cultos, eucaristia) por trazer conceitos alheios
às tradições judaico-cristãs ou inverdades históricas.
Do
grego “apókryphos”, que significa oculto, eram leituras particulares,
romanceadas, com imprecisões teológicas evidentes, mas importantes fontes
paralelas de esclarecimento para os primeiros cristãos. Por exemplo, são pelo
testemunho dos livros apócrifos que sabemos que os avós maternos de Jesus se
chamavam Joaquim e Ana, pois os Evangelhos canônicos não fazem qualquer
referência a eles.
A Divisão da Bíblia em
Capítulos e Versículos
A
Bíblia tal qual a conhecemos hoje, dividida em capítulos e versículos é algo
muito recente na história.
Os
textos primitivos não apresentavam essa divisão, o que só veio a ocorrer por
volta do século XIII.
A
primeira divisão em Capítulos se deu com o Arcebispo de Cantuária Stephen Langton,
que mereceu grande atenção do Papa Inocêncio III. Mas somente por volta do
século XVI, o impressor e intelectual francês Robert Estienne acrescentou aos capítulos
versículos, o que muito ajudou no desenvolvimento dos estudos bíblicos.
Observemos
a seguinte citação bíblica:
“A
caridade é a plenitude da Lei” (Rm 13, 10).
A
abreviatura Rm refere-se à Carta de São Paulo aos Romanos.
O
número 13 refere-se ao Capítulo.
O
número 10, ao Versículo.
Observação: em nossos estudos
utilizamos a BÍBLIA DE JERUSALÉM: Nova Edição, Revista e Ampliada. São Paulo:
Paulus, 2013. É uma opção pessoal minha, apesar de reconhecer outras boas
versões.
Vejamos:
1. Vírgula (,) separa
capítulos de versículos.
Jz
5,5
Ler-se:
Juízes, capítulo 5, versículo 5.
2. Ponto e Vírgula (;)
separa capítulos e livros.
Gn
3;Ex 1
Ler-se:
Gêneses, capítulo 3 a Êxodo, capítulo 1
3. Ponto (.) separa versículo
de versículo, quando não sequenciais.
Os
11, 1.9
Ler-se:
Oséias, capítulo 1, versículos 1 e 9
4. Hífen (-) dar-se na
sequência de capítulos e/ou versículos.
Jr
2 – 7
Ler-se:
Jeremias, capítulo 2 a capítulo 7
Gn
4, 1-16
Ler-se:
Gêneses, capítulo 4, versículos de 1 a 16
5. “s” e “ss” significa
seguinte ou seguintes
2
Sm 22, 1 ss
Ler-se:
Segundo livro de Samuel, capítulo 22, versículo 1 e seguintes
Ex
20, 1s
Ler-se:
Êxodo, capítulo 20, versículo 1 e seguinte
6. As letras “a”, “b” e/ou “c” referem-se a fragmentos de um
versículo.
Dt
30, 8-9.19b-20
Ler-se:
Deuteronômio, capítulo 30, versículos 8 a 9 e versículos19 segunda parte a 20.
Exercício de Fixação
1. A Bíblia foi escrita em quantos e quais os
idiomas?
2. Quais os livros compõem o Pentateuco?
3. A versão a qual a Igreja aderiu para a
tradução latina da Bíblia (Vulgata) é chamada de _________________________.
4. Quais são os Profetas Maiores e por que
são chamados assim?
5. Quantas e quais são as Epístolas
Católicas?
Sob as bênçãos de Deus, até nosso próximo
encontro.
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